Dificultades del autocuidado masculino: discursos de hombres participantes en un grupo de educación para la salud

https://doi.org/10.18294/sc.2020.2250

Publicado 6 febrero 2020 Open Access


Francisco Timbó de Paiva Neto Magíster en Educación Física. Estudiante de Doctorado, Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. image/svg+xml , Paula Fabrício Sandreschi Magíster en Ciencias del Movimiento Humano. Estudiante de doctorado, Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. image/svg+xml , Maria Socorro de Araújo Dias Doctora en Enfermería. Profesora, Universidade Estadual Vale do Acaraú. Sobral, Ceará, Brasil. image/svg+xml , Mathias Roberto Loch Doctor en Salud Colectiva. Profesor, Universidade Estadual de Londrina. Londrina, Paraná, Brasil. image/svg+xml




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Palabras clave:

Género, Salud del hombre, Atención Primaria a la Salud, Promoción de la Salud, Educación en Salud, Brasil


Resumen


El objetivo de este estudio fue analizar las dificultades de la participación masculina en los servicios de salud y sus prácticas de autocuidado en el proceso salud-enfermedad. Para ello, se realizó una intervención, a la luz de la educación en salud, con hombres que vivían en el área de cobertura de una unidad de atención primaria, en un municipio del nordeste de Brasil. La intervención fue diseñada por profesionales de la unidad y la tercera etapa consistió en cinco encuentros grupales que abordaron temas relacionados con la salud masculina. Para el análisis de los discursos se utilizó la estrategia de análisis de contenido. La experiencia permitió reflexionar sobre la importancia del desarrollo de acciones estratégicas con el propósito de promover el acercamiento del público masculino al servicio de salud y el autocuidado de los usuarios, especialmente en el escenario de atención primaria, en el marco de la Política Nacional de Atención Integral de Salud para el Hombre (PNAISH). Resignificar las acciones que involucran a la salud del hombre y el cambio de actitud profesional para atender esta población puede desencadenar en el público masculino la sensación de pertenencia al espacio de promoción, protección y recuperación de la salud.


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